Escapou-nos este pormenor, pelo que nos penitenciamos, mas há mais uma madeirense, além de Ana Teresa Pereira, que é semifinalista do Prémio Oceanos. Trata-se de Judite Canha Fernandes, com o livro “O Mel sem Abelhas”.
Judite Canha Fernandes nasceu na Madeira, mas mudou-se ainda muito nova com os pais para São Miguel. Hoje reside no continente. Já publicou múltiplos livros, nomeadamente, na área da poesia e ficção. Exemplo disso são “Abraçando o lastro”, poesia, Burra de Milho, e “Penumbr@”, também de poesia, na mesma editora, ambos em 2008; “Curtíssimas”, Contos, Editora Kazua, 2017; “O mais difícil do capitalismo é encontrar o sítio onde pôr as bombas”, poesia, Editora Urutau, no mesmo ano; “A fúria da loiça da China”, poesia, Editora Urutau, no ano seguinte; “Podemos amar ou podemos”, poesia, Editora Urutau, 2019; e o romance “Um passo para Sul”, nas edições Gradiva, em 2019. Isto além de várias obras dramatúrgicas.
Além do mais, venceu em 2024 o prémio Edmundo de Bettencourt, da CMF, com o livro “O Mel sem Abelhas”, tendo também obtido, em 2021, uma menção honrosa no Prémio Literário Ferreira de Castro, com a sua obra “A Lista da Mercearia”. O romance “Um Passo para Sul” granjeou-lhe em 2020 o Prémio Agustina Bessa Luís. Este livro foi também, na altura, semifinalista do Prémio Oceanos.
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