De Portugal, na prosa, podem citar-se “A Chuva que Lança a Areia do Saara”, de Ana Margarida de Carvalho, “Have Ya Got Any Castles, Baby”, de Ana Teresa Pereira, “Matilde”, de H. G. Cancela, “Mundo, pára quieto”, de Ricardo Araújo Pereira, “Não é ainda o pânico”, de Rui Nunes, “O Mel sem Abelhas”, de Judite Canha Fernandes, e “Quem Tem Medo dos Santos da Casa”, de Sara Brandão Duarte.
Na mesma categoria, são semifinalistas “Recordações e Andorinhas”, de J. Rentes de Carvalho, “Se não me quiseres amar agora no Inverno, quando?”, de António Cabrita, e “Todas as Famílias Felizes”, de Miguel d’Alte, refere a agência noticiosa portuguesa.
Segundo a mesma fonte, os autores portugueses figuram a par de obras de brasileiros como Milton Hatoum, Bruna Dantas Lobato e Aline Bei, ou de moçambicanos como João Paulo Borges Coelho, Énia Lipanga e Lucílio Manjate ou do angolano José Eduardo Agualusa.
São semifinalistas na poesia os portugueses “As Mãos”, de Rui Teixeira Motta, “Coisa de nada”, de Duarte Drumond Braga, “Corpos da Memória”, de Helder Macedo, e “Terreno”, de Duarte Scott.
Na lista poética estão ainda obras de Adriana Lisboa, Danilo Villa, Nina Rizzi ou Ivana Fontes, do Brasil, a par de dos moçambicanos Zacarias Nguenha, Ben Jone, Britos Baptista, Pedro Pereira Lopes e Whaskety Fernando.
A próxima fase do prémio passará pela avaliação das obras por um júri intermédio que, na prosa, é composto por Álvaro Taruma, de Moçambique, João Fernando André, de Angola, Carola Saavedra e Felipe Munhoz, do Brasil, e Sara Figueiredo Costa e José Mário Silva, de Portugal.
Na poesia, o júri é constituído por Leopoldina Fekayamãle, de Angola, Francisco Guita Jr., de Moçambique, Fernando Paixão e Natasha Félix, do Brasil, e Maria Antónia Oliveira e Maria João Cantinho, de Portugal.
O júri seleccionará cinco finalistas em cada categoria, que depois serão avaliados por jurados internacionais, refere a organização.
O Prémio Oceanos é dedicado “a obras literárias escritas em língua portuguesa e publicadas em qualquer lugar do mundo”.
Surpreendida com esta nomeação, Ana Teresa Pereira escreveu na sua página do facebook, em inglês, que isto era uma surpresa. “Pensava que ninguém tinha lido a minha “novela não terminada” sobre velhas histórias, velhas canções, Cornell Woolrich e eu”, confessou.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.




