A nova ETAR do Lazareto, no Funchal, foi apresentada como solução moderna para um problema antigo. O resultado, para alguns moradores, parece ser o de sempre: uma obra pública vendida como avanço, mas recebida no terreno com cheiro a promessa mal cumprida. Entre alegados maus odores, constrangimentos no acesso à praia e uma implantação que continua a levantar sobrancelhas, a infraestrutura já conseguiu o essencial da política local — dividir opiniões e unir descontentamentos.
A Câmara insiste que está tudo dentro da normalidade, que há ajustes em curso e que os odores não passam de detalhes técnicos. Os moradores, esses, ficam com a parte menos elegante da modernidade: a de conviver com a obra feita, a obra inaugurada e, ainda assim, a sensação de que o problema não desapareceu — apenas mudou de endereço.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.





