AF!
Quando um adulto estabelece uma relação, ilegal e assimétrica, de amizade e confiança com uma criança ou jovem, o caso é de Polícia.
As redes sociais são um trampolim instantâneo para predadores sexuais. Saltam do online para o offline, através da marcação de encontros, para extrair informações ou seduzir, com vista à partilha de conteúdos inapropriados.
Estudam cada perfil, cada abordagem, exploram vulnerabilidades e avançam à medida de cada resposta, de cada entusiasmo inocente.
De conversas previamente estudadas, iniciadas a partir de interesses e gostos comuns, típicos da idade, o esquema criminoso continua a colar rumo à exploração emocional e sexual.
Do outro lado, iludidas, crianças e jovens, procuram referências, uma linguagem comum, quem os oiça, compreenda e aceite.
Para travar o fenómeno, as medidas têm de ser drásticas.
Antes da máscara cair, é preciso não deixá-la entrar!!
Camuflados de “amigos”, as etapas virtuais podem ser as seguintes:
Pedido de amizade online;
Sedução e criação de vínculo afetivo;
Pressão, chantagem e ameaças;
Aliciamento, partilha de imagens íntimas ou encontros físicos;
Marcação de encontro físico para o cometimento de crimes sexuais.
Há cada vez mais oportunistas ligados a redes organizadas, altamente profissionalizados em manipular, seduzir e aplicar golpes: sextortion e abuso sexual.
Há que confiar apenas na Polícia. Nada é mais evidente do que o elevado nº de casos que nos chegam diariamente.
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