O ADN – Madeira veio denunciar, em comunicado, “o facto de que o sistema de reservas online pelo Portal Simplifica para passeios pedestres na RAM não é funcional e só está prejudicando o nosso destino Madeira com consequências negativas já a curto prazo, além de que nem todos os nossos turistas dominam o uso da internet e têm o mesmo direito de aceder aos nossos percursos terrestres e miradouros”.
O partido considera importante que rapidamente o Governo Regional reconheça o insucesso desta medida, pois existem imensos turistas que simplesmente não conseguem reservar os percursos que pretendem e em
alguns casos, nem podem ser reembolsados do pagamento que fizeram antecipadamente conforme informação que consta no Portal Simplifica; ” … não é possível efectuar alterações ou pedidos de reembolso a reservas concluídas e pagas. Relembramos que, de acordo com a legislação em vigor, o reagendamento ou reembolso de uma actividades (percurso, acampamento ou mergulho) só é possível se a mesma tiver sido cancelada por motivo imputável ao IFCN (ex: percurso encerrado devido a alerta meteorológico ou a problemas no trilho). Nesses casos, e apenas nesses
casos, deverá contactar o IFCN. Não é possível reagendar ou pedir reembolso por outros motivos que não os mencionados”, cita o ADN.
O ADN – Madeira alerta as entidades competentes nesta matéria para o facto de ser impossível qualquer ser humano prever com antecedência se estará em boas condições físicas ou de saúde para efectuar o passeio previsto, sendo que nesta situação tem duas hipóteses … ou faz o passeio mesmo não estando em condições, colocando em risco a sua
integridade física, ou simplesmente perde o dinheiro.
O ADN diz ter conhecimento que em alguns casos (como por exemplo no Rabaçal), existem pessoas que utilizam acessos alternativos à entrada principal, escapando à vigilância da Policia Florestal e desta forma esquivam-se ao pagamento da referida taxa, tornando ainda mais injusta a realidade de quem paga e tem de andar literalmente ao “empurrões” em pleno passeio que deveria ser de lazer.
O partido continua a defender a realidade de pagamento único de taxa turística à chegada ao aeroporto, acessível a todos os turistas através de pagamento em dinheiro ou cartão, em que seria emitido um código QR a usar nos trilhos e miradouros que desejassem, nos dias e horas que fossem da sua vontade e que as respectivas receitas revertessem para a AMRAM – (Associação de Municípios da RAM), com uma maior transparência do destino dos fundos, algo que não sucede desde que começaram as taxas turísticas na ilha da Madeira, denuncia.
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