Foi “suspensa” pela mesa da Assembleia Geral, a Assembleia Geral Extraordinária do Clube Naval do Funchal, que se realizaria esta segunda-feira, pelas 18h30, na Sala Ursa Maior do Madeira Tecnopólo.
Segundo o DN-Madeira, a decisão foi tomada devido ao elevado número de sócios que compareceram – 1.258 segundo o CNF, tendo a Sala Ursa Maior, do Tecnopólo, lugar apenas para 690 pessoas.
A elevada comparência de sócios relaciona-se com o assunto que iria ser discutido na dita Assembleia Geral: “Deliberar sobre a celebração de um contrato de arrendamento entre o Clube Naval do Funchal e a sociedade comercial ONYU com objecto na concepção, instalação e funcionamento de um Centro de Cultura e de Ginásio Premium nos campos de Squash da Quinta Calaça, no valor estimado de 800.000,00 (oitocentos mil euros)”.
O Funchal Notícias sabe que o projecto, acarinhado pela liderança de António Fontes, está a gerar bastante contestação e desagrado entre muitos dos mais antigos sócios da emblemática colectividade madeirense dedicada aos desportos náuticos.
O CNF, apontam os detractores, já tem um ginásio, o AquaGym, “que faz parte da sua identidade e da sua oferta aos sócios”, escreve no Facebook um dos associados.
A criação de um ginásio explorado por uma entidade externa, por muitos anos, não agrada a muitos outros associados do clube.
A liderança e as opções de António Fontes estão, consequentemente, em causa no momento.
O facto de a Assembleia Geral ter tido de ser “suspensa” depois desta deslocação ao Tecnopólo ainda aborreceu mais os sócios que lá se deslocaram.
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