A candidatura do CHEGA à Câmara Municipal do Funchal veio denunciar uma situação inaceitável que está a afectar centenas de famílias funchalenses.
“No processo de atribuição do subsídio para os manuais e material escolares em vigor, a Câmara obriga os encarregados de educação a registar-se no site oficial, descarregar uma aplicação móvel e, só então, recebem um cartão virtual com o valor atribuído. O problema é que, a apenas três semanas do início do ano lectivo, o dinheiro ainda não foi carregado nos cartões virtuais”, diz o CHEGA.
“As famílias, especialmente as carenciadas, estão desesperadas para comprar o material escolar dos seus filhos. Têm recorrido à Câmara Municipal à procura de respostas, mas a autarquia não consegue explicar quando será feito o carregamento do apoio prometido”, aponta o partido.
“É uma vergonha que a Câmara, com tantos meios e um orçamento tão elevado, não consiga cumprir uma obrigação básica: garantir que os apoios chegam às famílias em tempo útil. Estamos a falar de crianças que podem começar o ano lectivo sem material, importante para o bom desempenho escolar, por pura incompetência da autarquia”, denunciou Luís Filipe Santos, candidato do CHEGA à CMF.
Esta situação demonstra, uma vez mais, a total incapacidade da Câmara Municipal do Funchal em cumprir com as suas responsabilidades básicas e em apoiar quem mais precisa. Na prática, as famílias continuam sem acesso ao subsídio e sem possibilidade de adquirir os materiais escolares necessários.
“Quando o CHEGA chegar à liderança da Câmara do Funchal, vamos acabar com estas burocracias inúteis e garantir que os apoios chegam às famílias necessitadas de forma simples, directa e sem atrasos vergonhosos. Os funchalenses merecem uma Câmara que cumpra, e não uma que falhe sempre no que é essencial”, reforça Luís Filipe Santos.
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