SRAPA aponta cultura do mango com mais produção e rendimento

A cultura do mango tem vindo a registar mais produção e mais rendimento, assegura a Secretaria Regional da Agricultura, Pescas e Ambiente. De acordo com as estimativas da Direcção Regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a produção ultrapassou em 2024 as 780 toneladas, com um rendimento de €781 750,00, o que confirma todo o potencial deste fruto, reconhecido como um dos frutos tropicais por excelência.

Segundo as entidades governamentais, da observação da floração verificada no momento, tudo indica que esta tendência de aumento manter-se-á em 2025.

Marco Caldeira, director regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, acompanhado do director de serviços de Desenvolvimento Agronómico, Rui Nunes, visitou a exploração da empresária agrícola Olga Amaral, localizada na freguesia da Calheta. Com uma área total de 1 500 m2, a exploração produz sobretudo mango de variedades com maior aptidão comercial, com toda a produção a ser escoada para o mercado regional.

Para este responsável, esta é uma cultura que tem crescido devido ao esforço dos produtores, mas também devido às ajudas do Governo Regional, nomeadamente ao nível do apoio técnico.

Durante a visita Marco Caldeira reforçou a importância de se “produzir o que faz falta, indo ao encontro das solicitações dos consumidores e aproveitando as oportunidades para uma agricultura mais competitiva e rentável”, disse o director regional, recordando que tudo o que é produzido na Região é escoado “mostrando desta forma a competitividade e a dinâmica do Governo Regional”.

O mango é uma fruta que, cada vez mais, merece a preferência dos consumidores, com uma procura crescente no mercado internacional, sobretudo no europeu, e também no mercado regional, pelo que assume um elevado interesse para a economia agrícola da Região, considera a SRAPA.


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