Suspeito de tentativa de assassínio de Trump identificado

Thomas Crooks, o rapaz de 20 anos suspeito da tentativa de assassínio de Donald Trump, numa foto do álbum do liceu onde se graduou há dois anos

 

O tema do dia nos telejornais e demais órgãos de comunicação social internacionais é, inevitavelmente, a tentativa de assassinato a Donald Trump. Segundo as últimas notícias, o atirador, que foi abatido depois de disparar vários tiros, um dos quais atingiu Trump na orelha, foi identificado como Thomas Crooks, um republicano sem passado militar, que se graduou no liceu de Bethel Park.

A polícia isolou uma área ampla à volta da casa do suspeito de tentativa de homicídio, refere a BBC. Por outro lado, a pessoa que assistia ao comício e que foi atingida por uma bala, morrendo, era um bombeiro voluntário, de seu nome Corey Comperatore, de 50 anos, e que terá procurado proteger com o seu corpo familiares que se encontravam a seu lado.

Há mais duas vítimas do tiroteio, que continuam em estado crítico, mas as suas identidades são ainda desconhecidas.

Têm chegado à comunicação social informações de que explosivos foram também encontrados no carro de Thomas Crooks, e também na sua casa.

Supostamente, a arma que Thomas utilizou pertence ao seu pai.

Entretanto, Donald Trump já veio agradecer aos seus apoiantes pelos seus “pensamentos e orações” e disse que “foi apenas Deus quem evitou que o impensável acontecesse. Não TEMEREMOS, mas manter-nos-emos resilientes na nossa Fé e Desafiantes em face da Maldade”, escreveu o antigo presidente numa rede social.

“Rezamos pela recuperação dos que foram feridos, e manteremos no nosso coração a memória do cidadão que foi tão horrivelmente morto”, acrescentou, deixando apelos à união, neste momento difícil.

Entretanto, as críticas ao Serviço Secreto, responsável pela segurança de presidentes e antigos presidentes, avolumam-se, bem como à Polícia, que terá alegadamente sido avisada momentos antes do incidente por populares, de que havia um homem a andar em cima dos telhados adjacentes ao local onde se desenrolava o comício na Pensilvânia.

Mas o Serviço Secreto é o mais visado. Tinha apenas uma tarefa ali – proteger Donald Trump – e obviamente que falhou miseravelmente na mesma.

O FBI deverá agora dirigir a investigação destas ocorrências. A directora do Serviço Secreto, Kimberly Cheatle, deverá ser ouvida a 22 de Julho na Câmara dos Representantes.


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