
Confrontado pelos jornalistas com as declarações do líder nacional do Chega, André Ventura, que insiste que não é possível viabilizar o programa de Governo da Madeira com Miguel Albuquerque à frente do mesmo, o próprio respondeu que tem uma legitimidade que lhe foi conferida pelos votantes nas últimas eleições.
“Nós neste momento, apresentámos o programa de governo tendo por base um conjunto de etapas que prosseguimos em diálogo com os partidos que quiseram sentar-se connosco à mesa. Nesse sentido, acho importante sublinhar a disponibilidade da IL, do Chega, do CDS e do PAN (…)”, disse Albuquerque, garantindo que as pessoas almejam um entendimento “tangível e palpável”.
Os madeirenses, “quem está na rua, os agentes económicos, os agentes sociais, a generalidade das instituições”, só pretendem “uma solução”, e não a persistência num “impasse”, asseverou.
“A questão da liderança e de quem ganhou, já foi decidida no dia 26 de Maio”, disse. Importante, agora, é viabilizar o programa de governo, acrescentou.
“Como disse hoje de manhã, não há nenhuma garantia de nenhum partido, de que vai aprovar o programa de governo. (…) nós escutámos, num quadro de diálogo franco, os partidos da oposição que aceitaram sentar-se connosco à mesa”, repetiu.
O programa de governo conta com 19 propostas complementares. O programa de governo foi entregue (…) agora cada partido assume as suas responsabilidades (…) Eu não interfiro nas decisões dos outros partidos. Nós, de boa fé, fizemos aquilo que nos competia (…)”, referiu, salientando que tudo foi feito para um diálogo.
Albuquerque proferiu estas declarações à margem de mais uma visita a uma empresa, desta feita, a Frezal, no parque industrial da Cancela.
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