Críticas ao apoio estatal à Educação e à UMa, no debate da ALRAM

A discussão do programa de Governo prossegue na Assembleia Legislativa Regional, agora na parte da tarde com a educação em foco, também com referências ao desporto. Jorge Carvalho, secretário da tutela, esteve presente, traçando um quadro positivo do sector educacional na RAM, lamentando as assimetrias no tratamento que a Universidade da Madeira tem recebido do Estado português, em comparação com a Universidade dos Açores.

Entre outras declarações, considerou que na última década aumentaram os números de alunos no ensino secundário e superior no arquipélago. Declarou ainda que os alunos que frequentaram o ensino secundário aumentou 54,4 por cento. Já no ensino superior, cifrou-se nos 67,3 por centro.

Segundo disse, a taxa de abandono escolar cifrou-se no ano transacto em 9,3%.

Elogiou ainda, na oportunidade a dedicação dos professores madeirenses.

Do lado dos deputados do PSD e dos governantes, continua a insistência na necessidade de assumir responsabilidade e aprovar o programa de governo para os próximos quatro anos, para que haja “estabilidade” e continuidade das boas políticas até agora praticadas. Porém, da parte da oposição, o discurso é o oposto.

No campo do desporto, destaque hoje para a crítica do deputado Carlos Silva, do JPP, que declarou que “quem incitou a invadir esta casa, essa pessoa deveria estar presa”, ao dirigir-se a Jorge Carvalho. Não esclareceu, mas parece claro que se referia a Rui Alves, presidente do Nacional, que recentemente disse que poderia haver um protesto dentro do parlamento regional, se o programa de governo não for aprovado.


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