O Chega-Madeira veio tornar hoje claro que pretende votar contra o programa de governo de Miguel Albuquerque, que será em breve apresentado.
Miguel Castro, que preside ao Chega-Madeira, entende que Miguel Albuquerque não reúne condições para estar ao leme do governo regional, por causa das alegadas acusações de envolvimento no favorecimento de grupos empresariais e outras ligações perigosas.
“Miguel Albuquerque não tem condições políticas, nem éticas, para liderar o governo da Região Autónoma da Madeira. É arguido num processo judicial que o implica em redes tentaculares de influência e jogos de interesses, que não podem existir na governação, nem, muito menos, serem premiadas com o silêncio ou com a complacência parlamentar”, refere Miguel Castro.
“A nossa luta não é contra a Direita, mas contra a corrupção. A Assembleia tinha de estar instalada e em funcionamento para poder funcionar. Da nossa parte, nunca iríamos apoiar a eleição de uma candidata socialista, pois a nossa matriz partidária em nada se coaduna com a forma de estar e de governar do PS”, declara, justificando o apoio à candidatura de José Manuel Rodrigues a presidente da ALRAM.
O Chega-Madeira não aceita responsabilidade pelo que possa agora acontecer, antes assacando-a ao PSD-M, por ter teimado em apresentar Miguel Albuquerque como cabeça de lista.
Descubra mais sobre Funchal Notícias
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






