A secretária regional da Inclusão e Juventude, Ana Sousa, teve esta manhã à porta, bem patente, a insatisfação das trabalhadoras da Santa Casa da Misericórdia de Machico.
Numa acção apoiada pela delegação madeirense do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritório e Serviços de Portugal, a governante, ou os seus assessores, foram alertados pelas palavras de ordem “Escuta: as trabalhadoras estão em luta”.
Estas profissionais desempenham na Santa Casa de Machico um trabalho da máxima importância no apoio a idosos, mas mesmo assim têm de vir, através de formas de luta, que incluem o recurso à greve, reclamar a aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho das Instituições Particulares de Solidariedade Social.
A adesão à greve, informaram, foi total.
Estas trabalhadoras, para realizarem aquele trabalho exemplar de apoio e tratamento dos idosos que o jornalista do FN teve a oportunidade de presenciar ao longo de anos, no tratamento de familiares seus, auferem apenas o ordenado mínimo. A única forma de complementar o ordenado é com subsídio de turno. Mas a Santa Casa veio alterar os horários de trabalho para não ter de pagar este subsídio de turno.
Dizem que a Santa Casa não paga subsídio de refeição, nem está a cumprir com o prometido no pagamento de diuturnidades.
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