ADN iniciou campanha frente ao RG3 para “dar voz aos militares”

O ADN – Alternativa Política Nacional decidiu iniciar o período de campanha eleitoral frente ao RG3 para “dar voz aos militares, pois são eles que defendem a nossa Nação e respectiva soberania”.

“Em virtude de não poderem se expressar em protestos, greve ou manifestações decidimos que era nossa missão aqui estar para lembrar que são eles quem nos acodem aquando de tempestades, aluviões, incêndios e até acomodam os desalojados desses infortúnios, e até há quem se lembre de recorrer a eles para a bem da segurança patrulharem as ruas do Funchal durante toda a noite”, referiram ontem os responsáveis do ADN.

“À semelhança dos agentes da PSP, GNR, Bombeiros, os militares, também têm família e necessitam de bons salários e condições de trabalho para poderem exercer as suas funções e com dignidade, algo que não se verifica já há muitos anos, basta ver o quão obsoletos estamos a nível de equipamentos, armamento, viaturas e até no caso da Marinha … basta olhar para aquelas sucatas que nos enviam para “proteger” a nossa costa e Zona Económica Exclusiva. Antes de se preocuparem em equipar outros Países em guerra, deveriam investir mais e melhor na Defesa Nacional”, sentencia o ADN.

Este partido defende o regresso do Serviço Militar obrigatório a nível nacional, de forma a que os nossos homens e mulheres “se preparem para a vida com regras, disciplina, sentido patriótico e respeito pelas autoridades e hierarquias, algo que se nota cada vez mais faltar à nossa juventude”.

“Seria um complemento na formação deles, pois se os pais lhes dão a educação, os professores o ensino, o exército poderá lhes dar essa componente disciplinar e de coesão social”, opinam.

O ADN queria ainda defender os benefícios dos Antigos Combatentes, nomeadamente os já conquistados, “mas igualá-los num todo, ou seja, não devem os ex-combatentes que não estiveram na frente de combate ser prejudicados”,  pois “todos sem excepção se encontravam nas ex-colónias defendendo o mesmo País, mas em circunstâncias diferentes”, dizem.


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