Director da PJ afirma: “Estamos seguros do que estamos a fazer”

foto arquivo

Luís Neves, o director da Polícia Judiciária, negou hoje em declarações aos jornalistas qualquer “frustração da PJ” face à medida de coação mais leve aplicada aos arguidos Pedro Calado, Custódio Correia e Avelino Farinha, expressando “total confiança, segurança e serenidade” nesta investigação.

“Estamos naturalmente preocupados, mas também estamos muito empenhados no esclarecimento destes factos(…)”, disse. “Estamos fortemente motivados (…) Como sabem, o Ministério Público informou já que irá recorrer da decisão (…) sendo certo que apresentou suspeitos que cometerem factos criminalmente relevantes”.

Contrariamente ao possa alguém pensar, o inquérito “não está nem encerrado nem arquivado”, disse o director nacional da PJ, o qual, nessa qualidade, reiterou “total confiança” no trabalho que a Polícia está a realizar no âmbito desta e de outras investigações.

A decisão do juiz de instrução, considerou, “não coloca em xeque o nosso trabalho. Sabemos o que estamos a fazer, estamos seguros do que estamos a fazer (…)”.

Se soubesse o que sabe hoje, Luís Neves não mudaria nada na operação desencadeada na Madeira: “Faríamos o que fizemos, de igual forma”, acentuou, respondendo a perguntas dos jornalistas.


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