A Câmara Municipal do Funchal veio dize que não vai responder directamente à JPP, porque “esta vereação não tem de se submeter ao escrutínio de partidos sem representação municipal”.
“Confundir as competências da Assembleia Legislativa Regional com aquelas que são as competências da Assembleia Municipal, só pode ser entendido como uma tentativa de usurpação de funções, de intimidação dos órgãos de poder locais legitimamente eleitos, na tentativa de ganhar espaço mediático em período eleitoral. Uma atitude que se lamenta e repudia”, refere comunicado da CMF, relativamente aos esclarecimentos que o JPP pretendia sobre a implantação na Madeira das lojas LIDL.
“A Câmara Municipal do Funchal já disse, por diversas ocasiões, que o processo da LIDL corre os seus trâmites normais. A cadeia alemã tem já 2 processos de licenciamento concluídos (Poço Barral e junto à Rotunda da Assicom), estando outros 2 em apreciação (Rua Dr. Pita e Largo Severiano Ferraz)”, informa a autarquia.
“A Câmara Municipal reitera que tem todo o interesse em viabilizar o investimento da LIDL no Funchal, desde que se cumpram com todos os preceitos legais”, insiste.
Porém, diz que “caberá aos investidores, e nunca ao município, anunciar quando, como e porquê, serão feitos os referidos investimentos. Tudo o mais são cortinas de fumo para intoxicar a opinião pública, na tentativa de fazer render mais alguns votos”.
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