Rui Marote
A Rua Serpa Pinto continua a ser um “barril de pólvora” em potência, numa zona da cidade com prédios antigos, alguns dos quais devolutos, e que continuam a ser regularmente invadidos por toxicodependentes e sem-abrigo, que por vezes causam perigo de incêndio naquelas velhas infraestruturas. O FN já alerta para este problema desde 2020. Mas não se faz luz no fundo do túnel.
A CMF pretende “acabar” com os sem-abrigo no Funchal, os quais resultam de problemas económico-sociais complexos. Não é fácil mas algo tem de ser feito para evitar que os mesmos ponham em risco toda a segurança da vizinhança.
Ora, o que se passa é que prossegue o arrombamento de prédios devolutos em várias áreas da cidade. A Rua Serpa Pinto é apenas um dos melhores exemplos.
Hoje chegou um “SOS” ao FN, enviado por um comerciante que teima em permanecer numa artéria no coração da cidade, em que 95 por cento dos estabelecimentos estão já encerrados.
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