Rui Marote
Saiu das trevas esta jóia preciosa herdada do tempo do capitão-donatário João Gonçalves da Câmara.
A torre da Sé e outros monumentos deveriam seguir o exemplo.
Em outras cidades, como Istambul, a torre de Galata, e em Jeddah, Arábia Saudita, a fonte luminosa do Rei Faisal são ícones de referência do médio Oriente. Já o Funchal é uma cidade às escuras a maior parte do tempo, com problemas de segurança. Os madeirenses e os estrangeiros só veem as luzes do presépio nas festas de fim de ano.
Não é a feira do “meio grogue” (peço perdão ao meu professor de canto Silvestre, que era assim conhecido nos tempos do colégio Caroço) que irá promover a Madeira. Ou as “quinquilharias de homem branco”, como os índios norte-americanos chamavam às medalhas, que o rectângulo promove por actos de “bravura” a governantes que nunca juraram bandeira.
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