Estepilha: CDS impõe saída de Carla Baptista adjunta de Margarida Pocinho

Rui Marote
O Estepilha não é profeta da desgraça, mas as trocas e baldrocas não param no CDS. Na nossa última “edição” tínhamos encerrado a novela mexicana centrista com um “Requiescat  in Pace, CDS  RIP…” Mas não chegou à missa do sétimo dia e a novela já tem episódios extras.
Afinal Margarida Pocinho renuncia ao mandato só a partir de 26 de Setembro do ano em curso. A sua adjunta Carla Baptista, que era deputada municipal, oitava na lista do Funchal Sempre à Frente e a número dois do CDS, tinha suspendido o mandato em Outubro de 2021, por achar que as funções que iria ocupar não eram compatíveis. Nessa data desvincula-se do partido e dedica-se ao trabalho de adjunta para o qual tinha sido convidada.
Esteve em funções com Isabel Costa, que regressou à Direcção do Mar.
Por imposição do “Irmão Pimentinha” e outros acólitos, é substituida por João Castro, licenciado em psicologia (a partir do dia 18, quarta-feira) que se filiou no CDS na passada semana, com funções no gabinete da vereadora Helena Leal.
O Estepilha sabe que Carla Baptista regressa à Assembleia Municipal onde tinha suspendido o mandato como deputada independente a partir de hoje. O CDS perde o mandato municipal que era ocupado por Ricardo Abreu.
Aí destino, aí destino 
Ai destino que é o meu
Ai destino, ai destino
Destino que Deus me deu
A letra de Tony Carreira assenta que nem uma luva  neste episódio.
O CDS, depois de perder uma vereadora na CMF, perde agora um deputada municipal.
Nas ultimas eleições o CDS perdeu o vereador da Calheta, Câmara de Lobos e Ponta de Sol e recentemente a bem da unidade e estabilidade foi a Camara do Funchal.
Quem não foi nestas trocas e baldrocas foi o presidente da Câmara de Santana, Dinarte: “Antes só que mal acompanhado”.
Com o Barretinho presidente da Comissão liquidatária  o CDS já perdeu quatro vereadores.