Élvio Sousa denuncia “queixume e vitimização” do PSD

Na actividade política desta manhã, Élvio Sousa referiu-se ao “queixume e a constante vitimização da candidatura do PSD” à Assembleia da República, quando “falamos de situações que são produto dos próprios”.

O candidato lembrou, “em primeiro, o que se passou com o subsídio social de mobilidade, onde o tecto dos 400 euros acabou por penalizar os madeirenses, com o aumento das tarifas aéreas”, situação que, juntamente com outras, foram alvo de propostas de alteração na Assembleia pelo JPP, mas chumbadas pela maioria,

“Mal entrou em vigor, passado poucos meses, houve necessidade de fazer a sua revisão deste mesmo subsidio social de mobilidade”, recordou o candidato.

Outro assunto “foi com a vitimização da Lei das Finanças Regionais que foi aprovada, em 2013, pelos deputados do PSD e do CDS eleitos pelo círculo da Madeira”, recordou Élvio Sousa.

“Agora, queixam-se de um produto seu, de uma lei que discrimina a Madeira, quando foram cúmplices da actual situação discriminatória. Isto é passar um atestado de incompetência ao eleitor”, referiu.

“O PSD e o CDS são especialistas em gastar o dinheiro do povo, são despesistas em estudos. Um dos últimos estudos, do famigerado regime fiscal próprio foi encomendado ao fiscalista Lobo Xavier, através da Sociedade de Advogados Morais Leitão, Galvão Teles e Soares da Silva, e quanto custou um Memorando? Mais 18 mil euros.”, acrescentou.

“O conhecido «Memorando para a Estruturação de um Regime Fiscal Regional»: Pergunta-se, onde está este Memorando?”, questionou Élvio Sousa.

Ao defender o Sistema Fiscal Próprio e o Sistema de baixa fiscalidade, o “PSD/CDS caem em clara contradição”, defende o candidato.

“Porque defendem um Sistema Fiscal Próprio, e a baixa fiscalidade, mas não o praticam, quando se recusam a baixar o IVA de 22% para 16%”, concluiu.