JPP lamenta ignorância dos outros candidatos nas competências sociais das Juntas

Paulo Alves, atual presidente e recandidato do JPP à Junta de Freguesia de Santa Cruz, lamenta as informações falaciosas tornadas públicas por vários candidatos, daquilo que são, efetivamente, as competências de uma Junta de Freguesia.

Sem dúvida que há problemáticas que todos os candidatos reconhecem que têm de ser alvo de um investimento e de um trabalho articulado entre os diferentes agentes ativos da comunidade, desde as autarquias locais, às instituições particulares e ao próprio Instituto de Segurança Social da Madeira, IP-RAM que é a entidade com jurisdição sobre todo o território da Região Autónoma da Madeira para desenvolver e executar políticas de ação social implementando respostas sociais, dentre as quais, as que visam promover o envelhecimento ativo e a gestão das vagas nos lares de idosos.

Da mesma forma, deverá ser o Instituto de Segurança Social da Madeira, IP-RAM e não uma Junta de Freguesia, a criar uma verdadeira Rede Social, à semelhança do que acontece em Portugal Continental, como forma de otimizar os recursos e promover maior eficiência na prestação dos diversos serviços.

Há um conjunto de competências atribuídas às juntas de Freguesia que são desenvolvidas de acordo com a própria disponibilidade financeira de cada autarquia e com a realidade de cada local sendo que, na Freguesia de Santa Cruz, a Junta de Freguesia tem apoiado várias atividades de natureza social, cultural, educativa, desportiva e recreativa, incluindo-se atividades para promoção do envelhecimento ativo, desde a atividade física a sessões informativas e de rastreio.

Por outro lado, ao longo destes 8 anos, e com a criação de regulamentos de apoio social, tem sido uma preocupação constante desta Freguesia, a articulação com as diferentes entidades que prestam apoio social em Santa Cruz, no sentido de não se verificar a reprodução de apoios, mas sim a colaboração e a partilha de conhecimento das realidades vivenciadas pelos nossos fregueses.

É de lamentar, novamente, que se engane a população com promessas que não podem ser cumpridas.