Albuquerque diz que o caso CDS é claro e que não houve ilegalidade

foto arquivo
Miguel Albuquerque diz que a resposta apresentada ontem pelo CDS à reportagem da SIC que denunciou transferências de dinheiro ao partido na Madeira por César do Paço, financiador do Chega, tornou “claro e esclarecedor que não houve nenhuma ilegalidade”. Tratou-se, disse o governante, “de um adiantamento pessoal que foi inteiramente restituído”. [Recorde-se que, segundo a reportagem César do Paço já tinha dado ordem ao seu advogado para reclamar o pagamento, e que este só foi realizado após a inquirição ao CDS-M pela reportagem da SIC].
Porém, para Albuquerque, não há nenhum problema: “Tenho a maior confiança no dr. Rui Barreto e acho que o que se passou é exactamente aquilo que ele afirmou”.
O presidente do Governo Regional produziu estas declarações quando foi inquirido pelos jornalistas, à margem de uma visita efectuada à empresa Classe M – Frutas & Verduras, Unipessoal, Lda, com sede no pavilhão E, Plataforma 4-A, Zona Franca Industrial, no Caniçal.
Para o governante, “não há qualquer ilegalidade” no caso tornado público pela SIC, sendo que o dinheiro “foi devolvido até ao último centavo”.
A coligação PSD-CDS, admitiu, ficaria fragilizada se houvesse ilegalidades, mas, “como não houve”, tal não acontece, insistiu.