Os deputados do PSD vão apresentar, na Assembleia Legislativa da Madeira, um voto de solidariedade para com os trabalhadores da Groundforce da Madeira e do Porto Santo.
Na Madeira e no Porto Santo, em particular, são mais de duzentas as famílias afectadas, tendo os trabalhadores os seus salários em atraso e, inclusive, os postos de trabalhos fortemente ameaçados, lembram os social-democratas.
“Além da situação social e económica aterradora, o tema ganha uma proporção específica no contexto macroeconómico da Região, considerando que a empresa e os seus trabalhadores desempenham um papel fundamental nos aeroportos regionais”, prossegue um comunicado do PSD-M, enviado às Redacções.
“Os trabalhadores da Groundforce, já massacrados por um ano de pandemia, que afectou as suas vidas e os seus métodos de trabalho, são, agora, confrontados com uma instabilidade que coloca em causa os seus direitos, os seus salários e o seu futuro. O Estado, neste caso, tem o dever de salvaguardar os direitos dos trabalhadores da empresa, não só enquanto accionista da TAP, fortemente envolvida nas negociações, mas como garante de que, no nosso país, se defendem e aplicam, sem subterfúgios, os princípios e os direitos constitucionais”, refere-se.
“Não é aceitável que o Governo da República assista, sem soluções concretas, ao desenrolar desta situação, consciente das suas responsabilidades perante a empresa e perante os seus trabalhadores, exigindo “garantias claras e firmes”, num discurso completamente desfasado daquele que tem vindo a fazer, por exemplo, com a TAP, onde já injectou milhões de euros, considera o partido.
O PSD acrescenta ser “com grande preocupação que assistimos a esta inércia e hesitação por parte do Governo da República”.
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