Rua Princesa D. Amélia numa situação lastimável, queixam-se cidadãos

 Rui Marote
É raro o dia em que não sou interpelado na via pública, por causa de notícias ou reclamações dos cidadãos que querem ter voz. São 14 horas, e estou na Rua da Carreira. Um morador da freguesia da Sé dirige-nos a palavra para deixar clara a sua insatisfação com os acessos à residência e ao mau estado das ruas. O Funchal Notícias, qual “corporação de bombeiros sem viatura” esteve no local e inteirou-se da verdade das palavras do munícipe.

Confessava-nos este que tinha o privilégio de viver num apartamento numa zona considerada citadina, calma e também turística.
Afirmava que na Rua Imperatriz D. Amélia está tudo bem, mas que voltando à direita, na Rua Penha de França, tudo se encontra numa situação deplorável e incongruente, especialmente ao chegar à Travessa do Reduto através de um verdadeiro funil, que é o único acesso para chegar às dezenas de apartamentos, aos espaços comerciais e ao hotel situados na Rua Princesa Dona Amélia.
A Travessa do Reduto não só tem o piso em estado lastimoso, como nunca esteve tão mal, com muitas  ervas, pedras e remendos de alcatrão.

O nosso interlocutor considerava que a situação “é uma vergonha que em nada prestigia quem tem o dever e a obrigação de a resolver”.
Isto após uma recente intervenção de saneamento básico ou algo parecido, quando removeram dois vasos pesados de cimento que estavam no inicio da Travessa do Reduto, na curva logo a seguir ao aludido “funil”, e que tinham por missão evitar o estacionamento de carros na zona da curva. Actualmente, sem os vasos  e sem risca amarela, estão lá carros estacionados impossibilitando de dar a curva.

O nosso leitor pergunta se “ninguém é responsável por isto” . As nossas fotos são elucidativas da sua justa reivindicação.