Nas palavras do coordenador regional do BE, Paulino Ascensão, o 20 de Fevereiro não aconteceu apenas pela fúria da Natureza: “Há responsabilidades políticas na tragédia pelo desregrado crescimento urbanístico, pela ocupação do leito de cheias dos cursos de água, pela canalização e desvio de afluentes, pela falta de uma gestão integrada do espaço florestal”.
“A probabilidade de acontecerem fenómenos meteorológicos iguais ou mais graves que o de 20 de Fevereiro de 2010 é cada vez maior, devido às alterações climáticas, que vão trazer consequências mais dramáticas que as da pandemia. É preciso respeitar a Natureza e protegê-la, defender o bem comum em vez do proveito imediato de alguns”, conclui Paulino Ascensão.
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