
Numa altura em que a Madeira decidiu proibir a atracagem de navios de cruzeiro e iates nos portos e marinas da Região, até final de março, a MSC Cruzeiros tomou aquilo que considera “difícil decisão de parar temporariamente todos os seus cruzeiros nos EUA por 45 dias, até ao dia 30 de abril”.
A Companhia suspendeu também as operações de navios em todas as áreas consideradas de alto risco para o vírus, no Mediterrâneo, no Golfo e na Ásia. Os navios que ainda se encontram a operar na América do Sul e na África do Sul também encerrarão as suas operações quando os seus itinerários actuais terminarem.
A classificação de pandemia relativamente ao coronavírus COVID-19 veio acelerar uma decisão e o executivo Chairman da MSC Cruises, Pierfrancesco Vago, considerou que “as circunstâncias actuais, a saúde e a segurança dos nossos hóspedes, tripulação e comunidades em terra – incluindo todos os nossos funcionários e as suas famílias – têm de vir em primeiro lugar. Como uma empresa familiar, com mais de 300 anos de tradição marítima, sentimos que esta era a decisão certa a tomar. ”
Em 2019, a MSC Cruzeiros recebeu quase 3 milhões de viajantes a bordo dos seus navios, a navegarem pelos cinco continentes, representando mais de 170 nacionalidades.
A companhia oferece aos hóspedes afetados pela decisão de hoje a oportunidade de transferir 100% do dinheiro pago pelas suas férias canceladas, para além de um crédito adicional para um futuro cruzeiro à escolha em qualquer altura deste ano e até ao final de 2021. Se este não for utilizado durante este período de tempo, os clientes receberão um reembolso total da tarifa do cruzeiro.
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