Presidente da Proteção Civil revela estradas fechadas e faz alerta para a eventualidade de réplicas

O presidente do Serviço Regional de Proteção Civil, na imagem numa iniciativa pública com o presidente do Governo.

O presidente do Serviço Regional de Proteção Civil assegura que não existem consequências de maior dimensão resultantes do sismo de grau 5.1 na escala de Richter, hoje sentido na Madeira, mas admite situações normais de algum desconforto entre a população, deixando a recomendação para que se mantenha a calma em situações desta natureza. O IMPA acaba de alterar a escala deste sismo para 5.1, depois de incialmente ter apontado para 5.3.

António Oliveira Dias revelou que, no entanto, relativamente a estradas, algumas estão encerradas por terem ocorrido pequenas derrocadas, sendo esse o caso da Estrada Regional 101 que liga a Ponta Delgada à Fajã da Areia, a Estrada Regional 222 que liga a Ribeira Brava e o troço acima do cemitério e a ER 103, quinhentos metros acima do Terreiro da Luta e que se encontra obstruída.

O responsável pelo SRPC alerta, ainda, para a eventualidade de haver réplicas e para a importância de serem tomadas as devidas precauções, por parte das pessoas, não se aproximarem. “As réplicas são normais, só não sabemos quando”, sublinha o capitão Oliveira Dias.

Todos os corpos de bombeiros estão, neste momento, a desenvolver ação no sentido de verificar, nas suas áreas de intervenção, todas as situações que possam exigir uma outra intervenção.


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