PNR admite que PSD vai ganhar mas adverte contra maiorias absolutas

O PNR veio hoje afirmar que “sempre se diferenciou dos demais partidos pela sua forma de estar na politica”, baseando a sua posição em “propostas viáveis, consistentes, rentáveis e formas de resolver problemas estruturais com a finalidade de tornarmo-nos uma região e país mais próspero sem agravamento das contas públicas para evitar futuras “bancarrotas””

Esta força política diz-se consciente de que na sua campanha e pré-campanha não houve uma divulgação massiva (cartazes, panfletos, brindes, comícios, jantares, etc) “pelo facto de sermos um partido com parcos recursos financeiros. A realidade é que também não gastámos absolutamente nada dos contribuintes relativamente à campanha eleitoral”.

O PNR diz acreditar que é com trabalho e dedicação que se constrói, “porque não se pode tapar feridas enormes com pensos rápidos. Existem partidos que querem dar tudo e resolver os problemas todos de forma precoce, mas isso não é possível”.
Respondendo às sondagens, o PNR declara não acreditar nelas, “porque o resultado final será sempre diferente das sondagens. Sabemos que irá haver surpresas, contudo somos conscientes desde há muito tempo que o PSD irá ganhar as eleições. Seria prudente que não houvesse maiorias absolutas devido ao carácter monopolista em efectuar as grandes decisões.
Relativamente à eleição do PNR, nós não estamos dependentes de nós próprios, mas sim de uma população que tem banalizado a política e que por educação, fanatismo, falta de conhecimento ou interesses, tem historicamente atribuído o voto sempre no mesmo sentido”, refere um comunicado de imprensa.
“Sabemos que estamos no rumo certo, e vamos continuar a remar neste rumo independentemente dos resultados. Quem observou as nossas propostas sabe que são propostas realizáveis e que a médio prazo irão ter um impacto positivo em todos nós. O PNR é o 3º da lista e mais uma vez peço à população que vote com prudência”, refere o cabeça de lista.

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