O Funchal de Notícias percorreu toda a baixa Funchalense e não vislumbrou nenhum cravo vermelho.
O Estepilha, na sua ronda habitual, descortinou um casal de idosos num banco da Avenida das Comunidades junto à Praça do Povo a “trabalhar ” em colares de de flores de giesta e malmequeres amarelos (colares de maio). Tradição que apareceu à venda uma semana antes do 1ª de Maio.
Os colares de maio, símbolos da primavera, da fertilidade e da abundância, ligados à Festa dos Maios costumam ser preparados e vendidos no final de Abril para ser usados na noite 30 de Abril para 1 de Maio.Estes colares que simbolizam o sol têm venda antecipada marcando a transição para a Festa da Flor que decorre de 30 de Abril a 24 de Maio de 2026.
Contraste simbólico
Enquanto o 25 de Abril se associa ao cravo vermelho (símbolo da revolução), a tradição madeirense foca-se na cor amarela que é um dos símbolos mais enraizados do dia do trabalhador e da primavera, na região, perpetuada por artesãos em áreas como a Ponta do Pargo e Camacha.Na Madeira as comemorações dos 52 anos do 25 de Abril incluiu sessão solene na Assembleia Legislativa da Madeira, manifestação na Avenida do Mar e outras iniciativas regionais.
Estivemos numa florista em que os cravos para venda (eram poucos) mas não vermelhos mas de uma cor a fugir à “policia”. Estepilha, a preço de 1 euro.
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