Paulo Cafôfo defendeu importância do Registo de Navios, que quer ver crescer ainda mais

O candidato do Partido Socialista-Madeira a presidente do Governo Regional, Paulo Cafôfo, esteve hoje reunido com a “European International Shipowners Association of Portugal” (EISAP), uma associação de armadores estrangeiros de navios quem estão registados no MAR – Registo Internacional de Navios da Madeira.

O encontro, de acordo com Paulo Cafôfo, foi importante para conhecer não só os desafios do sector, mas também aqueles que têm sido os passos dados pelo Governo português para resolver determinados problemas e potenciar este que é um dos maiores registos a nível europeu. Recordou a propósito que  houve questões que já foram resolvidas, como a da “tonnage tax”. Por outro lado, disse que está para ser concluída brevemente a questão dos guardas armados a bordo dos navios, que era uma reivindicação dos armadores, dado que os navios circulam em zonas do globo nem sempre muito seguras.

Paulo Cafôfo garantiu que este foi um processo negocial em relação ao qual também teve a oportunidade de, junto do primeiro-ministro e da ministra do Mar, poder exercer influência, sendo este um assunto que irá esta semana a Conselho de Ministros. Ainda por aprovar está o novo regime de hipotecas, em relação ao qual decorrem negociações.

De acordo com Paulo Cafôfo, trata-se de questões que estão a evoluir, para tornar atractivo, potencial e competitivo o MAR.

“O que eu considero é que o Governo Regional tem de ser parte deste processo, até para poder alargar e potenciar este Registo de Navios”, sustentou o cabeça-de-lista do PS-M às eleições legislativas regionais de 22 de Setembro, acrescentando que “há uma série de negócios que podem ser alicerçados neste Registo, como o “shipping” digital, que pode ser uma mais-valia não só para tornar o Registo mais competitivo, mas também para criar emprego e dar valor acrescentado a um instrumento que é importante”.

Paulo Cafôfo referiu que há matérias que são da exclusiva responsabilidade do Governo Regional, como parte interessada, e espera que “este Registo possa ainda crescer, porque tem uma margem de crescimento muito grande”, voltando a frisar a importância de criar empregos e gerar riqueza com “um instrumento que tomara outras regiões o tivessem”.