“CDS é parceiro seguro e fiável para quem investe”, garante Rui Barreto

CDS ExpoO líder do CDS Madeira foi à Expomadeira garantir que o partido que lidera é um “parceiro seguro e fiável para quem investe”. Rui Barreto visitou a exposição, organizada pela ACIF, e explicou aos empresários/expositores o projecto fiscal que o partido irá apresentar no seu programa para as eleições regionais de 22 de setembro.

Depois de felicitar a ACIF pela organização do certame, que congrega este ano 100 empresas e 300 módulos, “o que é revelador do dinamismo dos nossos empresários”, referiu, e se ter regozijado com a pujança do tecido empresarial regional, o líder do CDS e cabeça-de-lista às eleições regionais de 22 de setembro, foi explicando, nos contactos com os expositores, as propostas do CDS para a área fiscal. “O CDS tem sido e será sempre um parceiro confiável dos investidores e empresários”, assumiu. “Nós conseguimos aprovar para 2019 a mais baixa taxa de IRC praticada em Portugal, são 13% para lucros até 15 mil euros. Ainda hoje (ontem) anunciei a intenção de reduzir, nos próximos quatro anos, a taxa do IVA nos três escalões: de 5% para 4% na taxa mínima, de 12% para 9% na taxa intermédia e de 22% para 18%.”

A ambição do CDS em matéria fiscal, para os próximos quatro anos, vai mais longe. Rui Barreto assume: “Se o povo me der a possibilidade de poder influenciar positivamente no próximo governo, irei lutar por uma medida que considero absolutamente essencial, que é fazer o encontro de contas entre as empresas e a autoridade tributária”.

Trata-se da chamada conta-corrente fiscal, uma velha aspiração da classe empresarial prometida por sucessivos governos e nunca implementada. “O que é isto?”, pergunta Rui Barreto, e responde: “As empresas fazem investimentos e têm IVA a deduzir e quando facturam têm IVA a liquidar. Não faz sentido quando têm IVA a receber do Estado ter de pagar ao Estado. O que deve ser feito é um encontro de contas, facilitando a tesouraria das empresas e a vida de quem investe, dando melhores condições aos empresários para pagarem os seus funcionários. Nós queremos um ambiente fiscal bom. Bom para investir. Bom para fazer negócio e que isso possa ser traduzido na melhoria dos salários aos trabalhadores.”