Pedro Ramos diz que o futuro da Saúde “não é só o novo Hospital” e promete luta contra “a percentagem de idiotas nas redes sociais”

Pedro Ramos Saúde exposiçãoPedro bRamos saúde exposição BA partir deste ano, a Universidade da Madeira disponibiliza o 3º ano do Mestrado Integrado em Medicina na Região, ao fim de 14 anos de evolução e de trabalho de muitos profissionais que muito lutaram para esse objetivo. A revelação foi feita, hoje, pelo secretário regional da Saúde, na conferência inaugural da Exposição da Saúde, no auditório da Universidade da Madeira, no Colégio dos Jesuítas, exposição esta que vai ficar patente durante duas semanas.

A Conferência foi proferida pelo Presidente do IASAÚDE, IP-RAM, Herberto Jesus, com o tema: “Madeira e a Europa – Saúde de Todos e para Todos”, seguindo-se a abertura oficial da Exposição, na Sala dos Arcos.

Pedro Ramos falou no ciclo da Autonomia para lembrar que esse ciclo corresponde ao nosso desenvolvimento, sublinhando a incompetência de alguns atos que têm sido praticados no nosso dia a dia, no País, por comparação com o bom sistema de Saúde na Região, enumerando as várias especialidades e os profissionais, bem como datas relevantes da evolução da Saúde na Região.

Com um olhar para o futuro, o governante garantiu que esse futuro “não é só o novo hospital. O madeirense continuará a escolher o seu médico, o nosso caminho é da cidadania, sinónimo de Autonomia, proteger as pessoas, cuidar das pessoas, reabilitar as pessoas. É essa a nossa responsabilidade. Temos que lutar contra muitos e a percentagem de idiotas na nossa sociedade, nas redes sociais, é um sinal que deve ser combatido e que não pode fazer alterar nem prejudicar e impedir o curso do desenvolvimento”.

“O que conseguimos foi extremamente importante entre serviço de saúde e sistema de saúde”, esclarece Pedro Ramos, referindo que “o nosso sistema de saúde foi objeto da entrada de outra vertente, a privada, que irá contribuir para a estabilização do sistema de saúde regional e provavelmente para a sustentabilidade do Serviço Regional de Saúde, desde que as águas estejam separadas. O madeirense continuará a estar no centro do sistema. Temos, agora, mais uma oportunidade, e temos condições para continuar a desenvolver este processo”.