Falta de camas para internamento de situações de agudos “entope” Urgências, altas clínicas constituem “flagelo social”, refere o SESARAM

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“A missão do SESARAM, EPE é a prestação de cuidados de saúde, cuidados e tratamentos continuados e cuidados paliativos à população”, refere a nota do Serviço Regional de Saúde da Região.

“Há  falta de camas para internamento de situações de agudos (utentes que aguardam no Serviço de Urgência uma vaga nas enfermarias das respetivas especialidades) pelo facto das camas estarem ocupadas por situações de altas clínicas”. Esta explicação do gabinete de comunicação do SESARAM surge num contexto de grande afluência de utentes às Urgências, com maior incidência nos últimos dias.

No texto enviado à comunicação social, O SESARAM mostra-se “empenhado em encontrar soluções excecionais, para ultrapassar esta questão, por forma a garantir os cuidados de saúde a prestar aos utentes da Região, através das soluções possíveis, face a estas circunstâncias excecionais”, alertando para o facto de compreender que “as altas clínicas constituem um verdadeiro flagelo social”, mas lambrando, também, que “a missão do SESARAM, EPE é a prestação de cuidados de saúde, cuidados e tratamentos continuados e cuidados paliativos à população”.

Na mesma nota, o Serviço de Saúde da Região reforça a ideia de estar ciente que “o recurso adequado aos serviços de saúde disponíveis possibilitará uma melhor resposta na prestação de cuidados, em conformidade com as necessidades da população”, apontando que “o utente deve recorrer ao seu Centro de Saúde e só em situações graves ou urgentes deve deslocar-se ao Serviço de Urgência do Hospital Dr. Nélio Mendonça”.


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