

São 147 milhões os brasileiros chamados, hoje, para a escolha do futuro presidente do Brasil. É a segunda volta das presidenciais, com dois dos candidatos que chegaram a este patamar provocando uma grande mobilização no país. Jair Bolsonaro e Fernando Haddad viveram uma campanha muito disputada, particularmente nos últimos dias, mas com as sondagens a serem favoráveis ao controverso Bolsonaro, ainda que perdendo tendências com o aproximar da data eleitoral.
Jair Messias Bolsonaro, 63 anos de idade, é um militar da reserva filiado ao Partido Social Liberal. É deputado federal desde 1991. O seu posicionamento face às mulheres e às chamadas minorias, tornou-se de tal modo polémico que muitos vaticinam um Brasil que pode instalar a discriminação como forma de vida futura a registar-se o triunfo deste candidato. Tem um discurso forte, controverso, provocador mesmo, mas a mudança que o povo quer parece ser-lhe favorável.
Fernando Haddad é um académico, advogado, filiado ao Partido dos Trabalhadores, de Lula da Silva e Dilma Roussef, um problema que o candidato carrega na sua candidatura. Foi ministro da Educação de 2005 a 2012, nos governos Lula e Dilma Rousseff, e prefeito da cidade de São Paulo de 2013 a 2016. Tem 55 anos de idade.
Os brasileiros já começaram a votar e vários comentadores apontam que o favoritismo de Bolsonaro deve-se muito mais ao desejo de mudança do povo brasileiro, em função de todos os acontecimentos que rodearam as governações do PT, do que propriamente por acharem que Bolsonaro é realmente a solução ideal para o País. É, isso sim, o simbolo da mudança.
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