Deputado do PSD pelo Porto Santo desafia Castro a denunciar irregularidades nas “entidades competentes”

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Bernardo Caldeira: “Resta-lhe apenas uma opção, ter a coragem de denunciar nas entidades competentes as irregularidades que alega e fazer prova da mesma”.

Relativamente a declarações do líder do movimento “Mais Porto Santo” em reação ao deputado do PSD Bernardo Caldeira, recebemos deste parlamentar social democrata, um direito de resposta que aqui deixamos reproduzido:

O Sr. Castro, visou-me em mais um dos seus artigos dementes.

Ao referir-se relativamente à questão da minha residência, e demonstrando, mais uma vez, um total desconhecimento da realidade, demonstra o que todos nós sabemos, que é um ser humano pequeno, vil e rasteiro, utilizando a mentira gratuita quando lhe faltam os argumentos.

Resta-lhe apenas uma opção, ter a coragem de denunciar nas entidades competentes as irregularidades que alega e fazer prova da mesma. Assuma e concretize. Seja homenzinho uma vez na vida.

Compreendo a sua amargura por ter sido relegado à sua insignificância dentro de um Partido que não tem lugar para parasitas da sociedade, para aqueles que desesperam por um lugarzinho. Levou cerca de um ano a insistir com pedidos, mas lá encontrou a porta da saída!

Aliás, a sua incompetência e reduzida dimensão política tem sido bem visível no cargo que para o qual foi eleito, quando vende os seus votos em troca de autorizações de barracas de farturas, barracas de cerveja e festivais de francesinhas.

Tudo isto são factos, não são tentativas de lançar suspeita como fez e pouco afectam a quem tem a consciência tranquila. Mas também são factos que foi o Sr. Castro quem faliu a empresa “Irmãos Castro” obrigando todos os Porto-santenses e Madeirenses a pagar 3 Milhões de Euros pela sua incompetência. Coincidência ou não, foi o mesmo Sr. Castro que deixou um buraco financeiro na ACIPS de Meio Milhão de Euros, com Polícia Judiciária à mistura.

Refere o Sr. Castro que está muito à vontade para falar destes assuntos, mas a verdade é que nunca ninguém ouviu uma palavra. O Sr. “Falências” aponta mas não dispara.

Termino voltando ao início, em relação a residências, aquelas que alega serem suas porque não estão no seu nome? Mais trafulhices? Não acredito…


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