Madrid: As catedrais do consumo e as outras

Almudena. Fotos Funchal Notícias

Na capital de Espanha respira-se história. São inúmeros os templos religiosos a começar pela Catedral de Almudena, paredes meias com o Palácio Real. Almudena foi a primeira igreja consagrada pelo Papa fora de Roma.

A real Basílica de São Francisco o Grande, o Mosteiro da Encarnação, a Igreja de Santo André, o Real Oratório, a Ermita de Santo António da Flórida, a Igreja de Santo António dos Alemães (que já foi dos portugueses), a Igreja de São Manuel e São Bento, a igreja de São Gines, a Basílica de São Miguel, a Igreja de Santa Bárbara, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a capelo do Bispo, a Igreja de Las Calatravas, o Convento das Trinitárias Descalças de Santo Illdefonso, o real mosteiro de Santa Isabel , a Capela Cachito de Cielo e a mesquita de Madrid são alguns desses templos.

Mas, a par dos templos religiosos, erguem-se as catedrais do consumo quer seja nas roupas, calçado ou gourmet. As grandes marcas nacionais e internacionais assentaram arraiais em Madrid.

Há de tudo, desde o conhecido Corte Inglês à Primark. Mas também a Zara, a FNAC, a Mc Donald’s, o Burguer King, a Starbucks, a Leftie’s, Chanel, Dior, Gucci, Saint Laurent, Prada, Louis Vuitton e Armani.

Rezam as crónicas sociais recentes que nem a rainha Letícia resiste a dar um salto, anónima, a uma das grandes lojas da Gran Via.

Gran Via.

Claro que há também os vendedores informais de rua, de trouxa às costas, prontos a rumar a outra praça sempre que a Polícia Municipal apeada passa por perto.

Há também uma outra “catedral” de visita obrigatória, o estádio Santiago Berbabéu, palco onde brilhou ao madeirense Cristiano Ronaldo ao serviço do Real Madrid.