
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, presidido por José Manuel Meirim, ouviu esta terça-feira o Santa Clara no âmbito do processo que acusa o clube açoriano de “fraude na celebração de contrato com os treinadores Carlos Pinto e Luís Pires e falta de habilitações da equipa técnica que conduziu o emblema açoriano de volta à I Liga teve”, como lembra o jornal “O Jogo”. O CD tem dez dias para tomar uma decisão, que pode levar à descida do Santa Clara, à subida do Académico de Viseu e à permanência do União na II Liga.
Diz o mesmo jornal que “na véspera da audiência, o Santa Clara alegou que o dirigente não podia comparecer, devido a “doença súbita natural incapacitante”, que o levou ao serviço de urgência de uma unidade hospitalar”. José Manuel Meirim, presidente do CD, indeferiu o pedido.
Este caso teve origem de participações da Académica e do União alegando que Carlos Pinto “não timnha habilitações para treinar na II Liga, na época passada, e pelo facto de Luís Pires, o elemento da equipa técnica que preenchia esse requisito e cujo nome aparecia na ficha de jogo como treinador principal, não ter estado no banco, em diversos jogos”, lembra ainda o jornal desportivo.
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