Albuquerque pede unidade ao PSD-M mas “quem quiser minar não tem lugar no partido”

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“Todos temos de ter a humildade necessária para perceber que em primeiro lugar está a Madeira e a Autonomia da Madeira”, disse Albuquerque aos militantes em Santo António.

Albuquerque lança mais um aviso para o interior do PSD-Madeira ao mesmo tempo que defende a unidade, em 2019 “contra o cerco das esquerdas”. Falou aos militantes de Santo António e disse que “não há tempo para brincadeiras. Mantemos a nossa liberdade de discussão dentro do Partido mas quem quer minar o Partido, quem continue a pensar que é mais importante do que os outros não tem lugar neste Partido”.

“Todos temos de ter a humildade necessária para perceber que em primeiro lugar está a Madeira e a Autonomia da Madeira”, reforçou Albuquerque, apontando a estratégia do governo de Lisboa de condicionar a Madeira em função do calendário eleitoral que se avizinha. Disse, para uma plateia “laranja”, que sente “uma grande mobilização”, explicando que uma razão para isso é o facto do Governo “estar a cumprir todos os objetivos e, em alguns aspetos estamos, a exceder as espectativas”, exemplificando com a baixa da taxa de desemprego de 15,8 para 8,9% e com o crescimento económico.

“Não é por acaso que neste momento todos os sectores da economia da Madeira estão em crescimento desde a indústria à agricultura, da pesca ao turismo. Mas isto resulta de medidas do Governo”, referiu, lembrando que a governação é feita de ciclos e quando começou o mandato o país atravessava uma crise que está a ser superada, como revelam os indicadores económicos.

Miguel Albuquerque conta com o contributo do líder nacional do Partido, Rui Rio, no sentido de resolver os problemas da Madeira que dependem do governo central. “Neste momento não estão a ser resolvidos porque há uma estratégia do próprio governo central, no sentido de prejudicar a Madeira, no sentido de condicionar a Madeira em função do calendário eleitoral que se avizinha”, concluiu.