Pedro Calado quer madeirenses a pagarem apenas os 86 euros da viagem aérea

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Pedro Calado, o vice presidente do Governo Regional, quer do Governo da República soluções e não problemas sobre o subsídio de mobilidade aérea.

Pedro Calado já estava à espera do impasse do Governo da República relativamente à necessidade de rever o subsídio de mobilidade. O vice ficou surpreendido com o facto do ministro do Planeamento e das Infraestruturas ter manifestado preocupação acerca da possibilidade de saída da easyjet da operação Madeira.

Pedro Calado, que falava margem da cerimónia que marcou a inauguração do abastecimento de Gás Natural ao navio AIDAprima, no porto do Funchal, disse estranhar as palavras do ministro: “Surpreendeu-me a preocupação do senhor ministro quanto à possibilidade de saída de uma companhia da operação, mas não preocupação em relação à solução. Sempre dissemos que estamos disponíveis para trabalhar com qualquer companhia e vamos fazer isso até à exaustão. Estranho que depois de estarmos ano e meio à espera, hoje, em vez de trazerem soluções, venham colocar mais um problema, dizendo que mais uma companhia quer sair da Madeira. A Região tem companhias que querem vir para a Madeira. Se esse apoio da República for para trazer mais problemas à Madeira, não queremos”.

Pedro Calado anuncia que o Governo Regional vai manter reuniões, com companhias, no sentido de discutir as melhores soluções para a Madeira e Porto Santo. Em síntese, o objetivo é ter preços mais baratos, o madeirense a pagar única e exclusivamente o valor que lhe é atribuído, pagar o menor valor, com mais capacidade de oferta, mais companhias aéreas. Agora, a revisão do subsídio, cabe ao Governo da República. Em vez disso, o Governo central traz mais problemas quando precisamos é de soluções”.