“Funchal Forte” diz que Loja do Munícipe foi cara e não desburocratizou

Estas instalações foram remodeladas mas, para o “Funchal Forte”, não resolveram a desmaterialização de processos.

A coligação “Funchal Forte” foi hoje à Loja do Munícipe cumprimentar os funcionários da Câmara e explicar o seu programa para o governo da cidade, “sem necessitar de desmontar a ‘máquina negra da mentira’ do presidente Paulo Cafôfo”, revela um comunicado da coligação.

“Sabemos que os funcionários camarários não são respeitados, muitas vezes são desautorizados, a maioria perdeu a motivação para o trabalho, muitos lidam com programas informáticos infernais, adquiridos somente para satisfazer empresários ligadas à comunicação social”, prossegue.

Segundo o ‘Funchal Forte’, “não há espírito de equipa, não há o devido acompanhamento no terreno das ordens dadas, e na Estação dos Viveiros, onde existe o maior número de pessoal operacional, a vereadora Idalina Perestrelo” peca pela ausência.

A coligação acusa a atual gestão camarária de ter gasto “2 milhões de euros numa loja do Munícipe, que é só fachada, um cenário caríssimo de uma opereta bufa, já que por detrás desse cenário postiço, continua tudo a “carvão e a petróleo” num ambiente anquilosado da velha e proverbial burocracia camarária”.

Em contraponto, a ´’Funchal Forte’ dá o exemplo da autarquia de Cascais que, há cinco anos, desmaterializou processos e modernizou todo o seu procedimento administrativo por um custo de 600 mil euros.

“A autarquia de Paulo Cafôfo gastou mais do triplo e tudo continua como dantes, com resmas de papel para cá e para lá, e com os processos de urbanismo amarrados aos habituais atilhos e com os munícipes desesperados, aguardando respostas que nunca mais chegam”, acusa.

Caso seja eleita, a coligação ‘Funchal Forte’ vai “avançar rapidamente para a criação uma plataforma informática que permitia não só maior transparência mas também a maior agilização e tramitação interna e externa de todo o procedimento administrativo municipal, que viajará pelos corredores da autarquia electronicamente sem uma única folha de papel”, prometeu o candidato à Câmara, Gil Canha.