Candidato do PS em Santana apresenta soluções para fazer face ao envelhecimento acentuado da população

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Um dos pilares fundamentais da candidatura do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Santana consiste na auscultação das forças vivas do concelho, disse o candidato do PS à Câmara Municipal de Santana, João Sousa, que entende que o município tem de ser governado de fora para dentro.

Nesse sentido, a candidatura do PS em Santana reuniu, ontem, com a direção do Lar de Idosos de Santana. “Pelo que vimos e ouvimos, conclui-se que esta instituição presta um serviço meritório à população deste Concelho, em especial a muitos idosos, que, não tendo reformas douradas, merecem uma assistência e apoio de ouro pelo muito que fizeram por esta terra. É preciso não esquecer que, sem o seu esforço e trabalho duro, Santana não seria o cartaz verde e ajardinado que as objetivas dos turistas captam e mostram por todo o mundo. Pena é que este lar não tenha capacidade para acolher todos os idosos deste município, situação que irá agravar-se, nos próximos tempos, com o envelhecimento acentuado da população. Uma das carências detetadas e assumidas é a falta de pessoal especializado na ocupação dos tempos livres visto a atividade cerebral nesta fase da vida ser vital para o bem-estar dos idosos.

Os quatro centros sociais municipais poderão também desempenhar um papel importante como centros ocupacionais, mas o atual executivo municipal do sr. Teófilo Cunha ainda não encontrou um modelo de gestão dos mesmos que proporcione a qualidade que os utentes merecem, pois com a extinção da empresa municipal Terra Cidade, a mesma foi atribuída à Casa do Povo do Faial e à União Desportiva de Santana, que não têm experiência nem competência nesta área. Assim, com o PS à frente dos destinos da CMS, esta situação será corrigida. Aliás, a área social é muito cara ao Partido Socialista e não será esquecida em Santana, a exemplo da atenção que lhe é dedicada nos concelhos da Madeira em que o PS governa. Para o PS, a prioridade em Santana não será controlar a dívida, mas sim acarinhar aquilo que de mais importante tem Santana, o seu capital humano – as pessoas”, disse.