Bispo do Funchal alerta jovens para o “trigo e o joio” nas instituições e nas pessoas

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O Bispo do Funchal presidiu à cerimónia do Sacramento do Crismas e dos 50 anos da Dedicação da Igreja do Piquinho, em Machico. Foto Carlos Santos

A parábola do trigo e do joio serviu de mote para as palavras proferidas pelo Bispo da Diocese do Funchal, domingo, durante a cerimónia do Crisma (Sacramento que confirma o Baptismo) na Paróquia do Piquinho, em Machico. Dirigindo-se aos crismandos, D. António Carrilho lembrou que “convivemos com o bem e com o mal, nas diferentes  vertentes da nossa vida, nas instituições, nas pessoas”, referindo aos jovens a importância de saberem ter a força necessária para, distinguido o trigo do joio, saber separá-los.

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D. António Carrilho junto dos jovens que receberam o Sacramento do Crismas. Foto Carlos Santos

D. António Carrilho apelou, também, aos padrinhos dos crismandos, para a relevância do seu papel para o futuro dos jovens, não só neste momento mas também para a vida. “Este é um momento para a vida”, reforço o Bispo do Funchal.

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Momento em que o Bispo do Funchal e o Padre Ramos, pároco da Paróquia do Piquinho, retiravam a cobertura da nova imagem de São José, colocada ontem na Igreja. Foto Carlos Santos
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A nova imagem de São José na Igreja do Piquinho. Foto Carlos Santos

Neste dia em que se assinalou o sacramento do Crisma de quase meia centena de jovens, a Igreja do Piquinho comemorou os 50 anos da Dedicação, em 1967, momento aproveitado para apresentar a nova imagem de São José, o padroeiro, na sequência de uma mobilização da Associação da Confraria do Santíssimo Sacramento e paroquianos no sentido de recolher donativos e proceder à feitura da imagem, que foi benzida pelo Bispo do Funchal.

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A parqóuia ofereceu a D. António Carrilho um quadro com a nova imagem de São José. Foto Carlos Santos.

Na parábola do trigo e do joio Jesus conta a história de um homem que semeou boas sementes de trigo no seu campo, mas o inimigo foi lá e semeou sementes de joio. A intenção imediata dos trabalhadores foi arrancar o joio logo ali, mas o dono disse ser melhor deixar crescer de modo a que, por altura da colheita, pudessem então fazer a separação identificando melhor o bom e o mau, colhendo o que é bom (trigo) e arrancando o que é mau (joio).