MP deduz acusação: Seis tiros tiraram a vida a presidente dos carreiros do Monte

O MP do DIAP do Funchal requereu julgamento em Tribunal Coletivo, no caso do homicídio do Carreiro do Monte, imputando ao arguido a prática de um crime de homicídio qualificado em concurso real com um crime de detenção ilegal de arma.

Segundo uma nota hoje publicada na página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa -que tutela os serviços do MP do Funchal- no essencial ficou suficientemente indiciado que o arguido, motivado por conflitos laborais ocorridos entre ele e a vítima que era Presidente da Associação de Carreiros do Monte (sendo que um carreiro é um condutor dos típicos carros de cesto da ilha da Madeira), disparou sobre a mesma 6 tiros com uma arma de fogo de calibre 6.35 mm, atingindo-a na cabeça, no pescoço e coluna, acabando por lhe causar a morte.

O crime ocorreu em 11 de Janeiro de 2017, na Freguesia do Monte, Funchal.

O arguido aguarda o desenvolvimento do processo em prisão preventiva. A investigação foi dirigida pelo MP do DIAP do Funchal coadjuvado pela PJ.