Dia da Região: Jardim elogia discursos de Tranquada Gomes, Carlos Rodrigues, Rui Barreto e Sílvia Vasconcelos

Sob a interrogação “Renascimento?”, o ex-presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim fala hoje da sessão solene do Dia da Região para elogiar as intervenções de Tranquada Gomes, Carlos Rodrigues, Rui Barreto e Sílvia Vasconcelos.

Eis o artigo:

“A sessão do Dia da Região Autónoma, no Parlamento da Madeira, apresentou-nos dois discursos excelentes sobre a Autonomia Política, do Presidente da Assembleia e do Deputado social-democrata Carlos Rodrigues.
A par, e ainda que eu não subscreva a respectiva montagem ardilosa, também boas peças parlamentares as intervenções do Deputado do CDS e da Deputada do PCP.
O resto foi confrangedor, uma tontaria, mesmo rasca. Autêntica indigência política. Que hajam os “artistas” do costume a falar daquilo que todos sabemos eles serem os primeiros a não ter percurso de vida que lhes dê moral para tal, sempre a mesma música de frustrados, não é novidade, já se esperava.
Enoja o moralismo hipócrita do incompetente e ineficaz grupo de Gaula, satélite da organização comunista “bloco de esquerda”, ambos expressão do que seria o chavismo venezuelano na Madeira, mas como a “lata” de se desmarcarem daquilo em que estão metidos até às orelhas.
Como o PS não pode ser, como é, o mais fraco e o mais rasteirinho naquela montra discursiva.
Toda a oposição disfarça o seu situacionismo conservador e cúmplice, através da agressividade que pretende dar à respectiva oratória, porém não tocando em matérias essenciais como o actual monopólio da imprensa diária de papel que põe em causa Direitos, Liberdades e Garantias conquistados com a Autonomia Política.
Passados dois anos, o actual PSD/Madeira parece ter já entendido o óbvio de que afinal quaisquer passos consistentes para o Desenvolvimento Integral do Povo Madeirense necessitam de mais Autonomia Política e de uma dialéctica forte e inteligente com o Estado central. Onde não têm lugar outras “fraternidades”.
Assim, saúda-se o novo rumo.
E todos os novos que revigorando as raízes”.