Rodolfo Alves é mandatário do candidato do PDR por Câmara de Lobos

O mandatário e o candidato. Foto DR

Rodolfo Alves é o mandatário para a candidatura de Dinis Teles à Câmara Municipal de Câmara de Lobos.

Para além do seu passado enquanto atleta paralímpico – que o levou a conquistar duas medalhas de bronze e uma de ouro nos 4×400 metros – Rodolfo Alves é actualmente assistente operacional no Campo de Futebol de Câmara de Lobos.

Segundo um comunicado divulgado pelo PDR, Rodolfo Alves, de 40 anos, é natural do Caniçal, mas trabalha em Câmara de Lobos, desde 2009.

O mandatário da candidatura de Dinis Teles, diz que abraçou este projecto porque acredita que o candidato do PDR, pode fazer um bom trabalho pois é um “candidato do concelho, conhece as dificuldades das suas gentes, nomeadamente aquela que vive em zonas menos favorecidas como sejam os bairros sociais”.

Rodolfo Alves diz que já havia sido convidado para abraçar projectos políticos, mas nunca participou. Agora diz ter sido convidado e sensibilizado para este projecto que aceitou e em que diz acreditar.

O agora mandatário de Dinis Teles define-se como alguém que acredita nas “pessoas e naquilo que querem fazer, são lutadoras como eu sempre fui”, frisando que “todos devem ser tratados com respeito e igualdade”.

No que concerne a esta candidatura crê que ela pode trazer muitos benefícios aos que acreditarem na juventude e irreverência do candidato.

“Ele como eu vamos ser estreantes nestas andanças da política, terá todo o meu apoio pois julgo e acredito que se tiver a oportunidade vai lutar pelas pessoas do seu concelho. Desejo que os cidadãos nestas eleições não olhem para as cores partidárias, mas sim para os candidatos e as suas origens: onde nasceram, onde vivem e projetam o seu futuro”.

Acredita que Dinis Teles, candidato do PDR, “tem isso tudo consigo pois nasceu e cresceu sabendo o que eram as dificuldades da vida e a vida num bairro social”.

O mandatário acrescenta que neste momento sente que faz falta uma maior proximidade dos eleitos com a população, referindo que “o concelho é muito mais que os centros, quer seja a sede do concelho quer seja os centros das freguesias, e é essa proximidade que faz falta”.

É preciso “ir aos locais mais distantes onde os políticos só aparecem de quatro em quatro anos e onde a população é mais idosa e precisa de um maior apoio a vários níveis”, revela.