O SESARAM emitiu uma informação dando conta de que no âmbito da greve agendada para 17 de Abril, pela Federação Nacional de Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), a taxa de adesão à greve, nos cuidados de saúde primários e hospitalares, fixou-se em cerca de 15%.
“Em nenhum momento foi colocado em causa o direito à greve, nem o que foi decidido em reunião negocial relativamente aos serviços mínimos, realizada perante a Direção Regional do Trabalho, com as decisões devidamente consagradas em ata e integralmente cumpridas”, refere-se.
Porém o SESARAM diz: “É lamentável que o sindicato em causa tenha proferido afirmações públicas sobre matérias de gestão interna do SESARAM que evidenciam, de forma notória, a falta de conhecimento efectivo da organização e do funcionamento dos serviços”.
“O SESARAM reconhece o direito à greve, lamentando, contudo, os constrangimentos causados aos utentes, inerentes à prestação dos serviços mínimos. Todas as situações urgentes e inadiáveis estão a ser asseguradas. O SESARAM reafirma o seu compromisso com o cumprimento da legislação laboral em vigor e com a defesa simultânea dos direitos dos trabalhadores e dos direitos dos cidadãos que recorrem ao Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira”.
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