CMF adjudicou obras e lançou concursos para abertura de veredas e recuperação de caminhos

O presidente da Câmara Municipal do Funchal informou hoje, após a reunião de Câmara, que foram adjudicadas obras importantes para urbe, nomeadamente na melhoria das acessibilidades. “Temos uma cidade com uma orografia difícil, e a nossa função é também um planeamento de acessos para núcleos habitacionais que fazem toda a diferença na qualidade de vida das pessoas”.

Hoje foi, pois, lançado o concurso para a abertura da primeira vereda do Serrado, na freguesia de São Gonçalo. A obra custará cerca de 300 mil euros e era reivindicada já há muito tempo pela população da zona.

Outras duas obras já foram adjudicadas, de melhoramento de vias e de percursos na cidade do Funchal.

“Adjudicámos hoje a obra do caminho do Lombo, que consiste na renovação da rede de água potável e na pavimentação de toda aquela artéria, que abrange duas freguesias, a do Monte e a de Santa Luzia”, disse Cafôfo. Essa adjudicação foi feita pelo valor de 335 mil euros.

Uma outra obra importante inclusive em termos turísticos é da vereda do Padre Eugénio Bougonovo, com uma extensão considerável, que vai do Curral dos Romeiros até ao Largo das Babosas, na freguesia do Monte. Os incêndios destruíram este percurso, muito usado pelos turistas. Agora será realizada a limpeza e requalificação desse caminho, em empedrado tradicional, que será reposto, numa obra que ascenderá a 265 mil euros.

Outra deliberação foi um apoio ao Club Sport Madeira, para apoio ao rali Vinho da Madeira. A CMF reconhece a importância desta prova automóvel para a Madeira e para a cidade do Funchal. Daí que vá conceder um apoio de 25 mil euros para a vinda de pilotos internacionais.

Hoje também foi deliberado o início do procedimento para um novo regulamento para a cidade do Funchal. Um regulamento de inventariação mas também de protecção para as lojas tradicionais e icónicas do Funchal. “Todos os funchalenses terão a oportunidade de participar numa consulta que será realizada, para a preservação destas lojas históricas que queremos que se mantenham porque fazem parte da nossa cidade, que se distingue das outras por aquilo que têm de mais genuíno”. A CMF deverá apoiar os proprietários destas lojas, explicou Cafôfo.