O CDS do Porto Santo vai questionar esta segunda feira as Finanças sobre o destino do dinheiro do IRS da população.
João Rodrigues, presidente da concelhia do Porto Santo, vai entregar um requerimento na repartição de Finanças do Porto Santo e juntar a acta da decisão da assembleia Municipal do Porto Santo em que determina a devolução das verbas aos Porto Santenses.
Segundo uma nota hoje emitida pela concelhia local, a decisão da Assembleia Municipal foi clara pelo que acusa o atual executivo autárquico de não cumprir o determinado pelo que é importante saber onde param os cerca de 300.000€uros que deviam ser devolvidos à população.
“Sendo as decisões da assembleia municipal soberanas e com força legal devem ser respeitadas e cumpridas, até pelas Finanças”, revela o CDS.
Favorecimento na extracção de inertes?
Outra situação que o CDS não entende é a alegada discriminação dos empresários e empresas Porto Santenses em relação às prioridades da Câmara na extracção de inertes.
Segundo o CDS “todas as empresas de empresários do Porto Santo viram recusadas licenças para extrair areias e a sua localização para poderem trabalhar, enquanto outras empresas de fora da região recebem autorização imediata e no próprio dia”.
O CDS pretende voltar a este assunto brevemente pois está longe de estar encerrado nomeadamente saber qual a razão desta alegada discriminação por parte de Filipe Menezes em relação aos empresários do Porto Santo.
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