Ricardo Barbeito expõe na Galeria dos Prazeres “Ir à serra, nunca me foi permitido”

No dia 21 de Abril de 2017, pelas 19h00, é inaugurada a exposição “Ir à serra, nunca me foi permitido” de Ricardo Barbeito, na Galeria dos Prazeres.

Este artista madeirense, a viver em Lisboa, desenvolve o seu trabalho entre o desenho e a instalação, com participações em diversas actividades, desde a produção de eventos a intervenções no espaço público. Apresenta o seu trabalho artístico regularmente, em colectivo ou a título individual, desde 2004.

Ricardo Barbeito é licenciado em Artes Plásticas pela Universidade da Madeira e possui um mestrado em Arte e Património – contemporâneo e actual – no âmbito do qual apresentou o projecto de arte pública efémera A Bilhardice: projecto de intervenção estético-artística para a cidade do Funchal.

Em 2012 integrou a Red Bull House of Art, em Lisboa, com o projecto artístico de PELE & URSO, uma residência artística comissariada por Alexandre Melo, através da qual criou uma personagem híbrida a partir de um urso pardo, que misteriosamente apareceu na cidade.

Exposições individuais: Casinha de Prazer, Festival Bons Sons 2014, Cem Soldos, Tomar; Sphaera hirsuta, Festival de Arte Pública Walk & Talk Açores 2014, Ponta Delgada, São Miguel; O Ursus arctos barbeiticos esteve aqui (2013), Biblioteca Municipal Camões, Lisboa; Do Ovo ao Voo (2009), no Museu de Arte Contemporânea do Funchal; A Bilhardice (2008), Avenida Arriaga e Salão Nobre do Teatro Municipal Baltazar Dias, no Funchal; Candy Shop: Novas Instalações (2007), sala de exposições da Reitoria da Universidade da Madeira, Pátio dos Estudantes; Candy Shop (2007), Salão Nobre do Teatro Municipal Baltazar Dias, no Funchal.

Quanto a projectos e exposições colectivas, destacam-se as seguintes: Jaz aqui, na pequena praia extrema (2013), Galeria Zé dos Bois, Lisboa; A2V – A duas velocidades, olhares, visões e expressões da paisagem contemporânea da Madeira (2013), Centro das Artes – Casa das Mudas, Calheta, Madeira, com curadoria independente de Sílvia Escórcio e Duarte Santo; 16.ª Bienal de Cerveira (2011), Vila Nova de Cerveira; Horizontes Insulares (2010), curadoria de Orlando Britto Jinório, Centro de Arte La Regenta, Gran Canaria; em 2009 A Cultura do Poder ou o Poder da Cultura, XV Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira e Linha de Partida, Prémio Henrique e Franco 1999-2009, curadoria de Alexandre Melo, Centro das Artes Casa das Mudas; Horizonte Móvel, Uma Perspectiva das Artes Plásticas da Madeira 1960-2008 (2008), curadoria de Isabel Santa Clara, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Fortaleza de São Tiago.