Surfistas navalistas participaram na principal competição nacional de surf

Tomás Lacerda (foto de arquivo)

A Allianz Ericeira Pro, primeira etapa do circuito Liga MEO Surf 2017, iniciou-se na passada sexta-feira e decorreu até domingo, dia 26 de Março, em Ribeira D’Ilhas.  Esta é a principal competição nacional de surf, na qual estiveram presentes três surfistas do Clube Naval do Funchal, sendo eles Tomás Lacerda, Mário Henriques e Jess Dunsdon.

No primeiro dia de competição, apenas competiram Tomás Lacerda e Mário Henriques passando o primeiro heat. Quanto ao escalão feminino, só houve competição a partir do dia seguinte, refere o CNF.

No segundo dia de competição, tanto Tomás como Mário efetuaram mais um heat, mas acabaram por ficar pela primeira ronda. Entretanto, Jess Dundson entrou em competição confiante, apesar de ser a sua primeira vez neste tipo de competição, mas acabou por não ter muita sorte, visto que competiu na pior fase do mar ao longo de toda a competição, coincidindo com muita chuva, vento e frio com a maré vazia proporcionando ondas pequenas, o que acabou por comprometer os seus resultados, sendo que acabou por realizar apenas um heat durante toda a competição.

Quanto a Tomás Lacerda, além de ter efectuado dois heats na competição principal, ainda foi convidado a participar na Expression Session, que foi um heat paralelo, que premiava a melhor manobra executada durante o heat, saindo apenas um vencedor. Este convite, segundo André Rodrigues treinador “só demonstra que o Tomás faz-se realçar ao lado de muitos atletas, apesar de não ter ganho”. Além disso entrou no MOCHE Groms Cup, um desafio por etapa para 12 surfistas sub-16, em quadro misto masculino e feminino, onde também foi convidado a participar, sendo que chegou à final onde posteriormente veio a alcançar o quinto lugar, ficando em primeiro lugar Guilherme Ribeiro do ASCC.

Quanto aos grandes vencedores da Allianz Ericeira Pro, primeira etapa do circuito Liga MEO Surf 2017  foram Tiago Pires e Carol Henrique.

Findadas as competições, Ricardo Rodrigues revela que “os surfistas do CNF demonstraram ter uma grande postura para este nível de competição o que me orgulha imenso. Apesar de não terem resultados muito positivos, tiveram uma prestação excelente e acima de tudo os comportamentos dos atletas e empenho deixaram uma imagem muito positiva do surf madeirense.”